Sei hoje que sou pequeno
e não é esse o meu menor mal
mas faço meus os problemas
da gente de beavar canal
- M. BIC., do 3.º Bloco, DISL., «atordoada» com a Escrita Saramag., veio colocar uma questão que «conduziu» a Almada e a Lobo Antunes....;
- R. enviou-lhe o Endereço (da «Visão») onde «repousam» Crónicas de L. A. [por enquanto, e sabe-se lá até quando...];
- releu algumas e coloca aqui o recorte inicial da intitulada: «Dava um ano de ordenado por um minuto da minha infância perdida» [de 2017]
Porque cruel motivo nenhum cinema passa os filmes de que mais gostei na vida e dos quais tenho uma saudade infinita? Escrevo isto e lembro-me logo de uma frase de Dinis Machado em “O que diz Molero”: “Ó país de cristal que longe eu estou; dava um ano de ordenado por um minuto da minha infância perdida”. Dava mais do que um ano de ordenado, dava tudo para tornar a ver os desenhos animados da minha infância, que a tia Madalena nos levava a assistir aos domingos à tarde, num sítio chamado Chiado Terrasse, que de certeza já não existe e onde me sentia o garoto mais feliz do mundo. As luzes apagavam-se devagarinho, o écran iluminava-se e principiava a minha alegria, uma alegria como nunca voltei a sentir. Não apenas a alegria: um prazer sem fim. [...]:
https://visao.sapo.pt/opiniao/ponto-de-vista/2017-12-21-dava-um-ano-de-ordenado-por-um-minuto-da-minha-infancia-perdida/
Da crónica de hoje de MEC - «Os mortos irrequietos», ora aí vai uma frase que poderia «arrumar com» «recente polémica» sobre os efeitos de uma série na FLIX...:
[...] A nossa imaginação é mais terrível do que a imaginação industrializada que vai parar aos filmes.
É por isso que há contos e livros que
fazem mesmo medo, ao contrário de quase todos os filmes de terror: porque o
trabalhinho final é feito por nós. [...]
[...] criadores como Eastwood não abdicam de cultivar o cinema como uma maravilhosa arte narrativa. O prazer visceral de contar histórias não será o paraíso, mas anda lá perto.
[sublinhados acrescentados]
- desta vez, M. E. C. , em «Papas feitas», «arrasa» as «séries», que, de tão banais ou iguais que são... [...]
RECORTE INICIAL:
Estava eu a tentar ver o primeiro episódio de uma nova série e a perder a paciência quando me amaldiçoei por ser tão esquisito. Para cada série ou filme que consigo ver até ao fim há vinte ou trinta ou quarenta dos quais desisto logo ao princípio. O que é que se passa? Será que vi filmes e séries a mais, que é cada vez mais difícil interessar-me? [...]
- «Crónica sobre os primeiros filmes...», com alguns trocadilhos...; , a de 5 de Abril, só hoje, domingo, lida;
RECORTEs:
- (re)localizado artigo de Luís Miguel Queiroz, no «Público», em 2015 -«Uma poesia que aprendeu a ver...» sobre o poema inspirado no filme de Elia Kazan, roteirizando a sua possível datação e processo de escrita, com reprodução de manuscrito e dactiloscrito de mesmo [...]
ESPLENDOR NA RELVA
- INFO recolhida no «Público» de hoje, sobre o «PORTAL» de um «designer gráfico», I. R.
TERAPIA