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segunda-feira, 1 de janeiro de 2024

Lobo Antunes

 

Lucian Freud: Natureza morta com um livro (1991-92).
 [do DN}

- na Crónica de ontem,  João Lopes estabelece relações entre «Cartas da Guerra»»**, o filme de Ivo Ferreira e o «recente»  As outras crónicas;

RECORTE:

[...] o filme de Ivo Ferreira envolve um conceito ético e estético nos nossos dias cada vez mais menosprezado, ou apenas desconhecido. A saber: a palavra literária não existe carente de imagens, como se fosse imperfeita e necessitasse de ser "ilustrada". Dito de outro modo: o cinema não serve para "reproduzir" os livros; o seu poder, porventura a sua vocação, consiste em com eles criar uma cumplicidade narrativa capaz de nos ajudar a pensar o lugar que as palavras e as imagens ocupam na voragem do tempo.

- ** lembra-se R. de propor algumas, quando o Género AUTOBIo «estava» no PROG. do 1.º Bloco; de mostrá-lo, anos depois,  a 3.ºs Blocos e de uma Menina que ficou tão [...], que o pediu de prenda aos pais...; ah, e de, simultaneamente, lhes mostrar os AEROGs. enviados pelo (então futuro cunhado) C. E. (70-72 Lunda)

sábado, 19 de fevereiro de 2022

O menino que ia ao Chiado Terrasse OU «Dava um ano de ordenado...»

 - M. BIC., do 3.º Bloco, DISL., «atordoada» com a Escrita Saramag., veio colocar uma questão que «conduziu» a Almada e a Lobo Antunes....; 

-  R.  enviou-lhe o Endereço (da «Visão») onde «repousam» Crónicas de L. A. [por enquanto, e sabe-se lá até quando...];

- releu algumas e coloca aqui o recorte inicial da intitulada: «Dava um ano de ordenado por um minuto da minha infância perdida»   [de 2017]


(Susa Monteiro)

Porque cruel motivo nenhum cinema passa os filmes de que mais gostei na vida e dos quais tenho uma saudade infinita? Escrevo isto e lembro-me logo de uma frase de Dinis Machado em “O que diz Molero”: “Ó país de cristal que longe eu estou; dava um ano de ordenado por um minuto da minha infância perdida”. Dava mais do que um ano de ordenado, dava tudo para tornar a ver os desenhos animados da minha infância, que a tia Madalena nos levava a assistir aos domingos à tarde, num sítio chamado Chiado Terrasse, que de certeza já não existe e onde me sentia o garoto mais feliz do mundo. As luzes apagavam-se devagarinho, o écran iluminava-se e principiava a minha alegria, uma alegria como nunca voltei a sentir. Não apenas a alegria: um prazer sem fim. [...]:

https://visao.sapo.pt/opiniao/ponto-de-vista/2017-12-21-dava-um-ano-de-ordenado-por-um-minuto-da-minha-infancia-perdida/


domingo, 31 de outubro de 2021

«A nossa imaginação...»

     Da crónica de hoje de MEC - «Os mortos irrequietos», ora aí vai uma frase que poderia «arrumar com» «recente polémica» sobre os efeitos de uma série na FLIX...: 

[...] A nossa imaginação é mais terrível do que a imaginação industrializada que vai parar aos filmes. 

É por isso que há contos e livros que fazem mesmo medo, ao contrário de quase todos os filmes de terror: porque o trabalhinho final é feito por nós. [...]

sábado, 8 de setembro de 2018

Leitor de W. C. Williams

- visto ontem, na RTP 2; revisto na RTP PLAY (disponível por mais 7 dias)
- são muitas as METON., a começar pela do Nome do Protagonista, leitor de W. C. W., escrevente de algo que vai para além do QUOT., muito firme na defesa da Plenitude do  seu Anonimato...

- artigo («Uma cidade, um poema... um filme«) de Diogo Vaz Pinto, de Julho, no Jornal Sol: AQUI (fotografia daí)
- nova Revisão, quinta, 20 de junho de 19, feriado (3.º Dia «Pós-OP»...) - Dossiê AQUI